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O Foral dado ao concelho de Óis da Ribeira

Enquadrada na chamada Reforma dos Forais, ou Forais Novos, feita no reinado de D. Manuel I, a 2 de Junho de 1516, foi dado Foral ao Concelho de Óis da Ribeira. Depois de algum tempo dedicado à pesquisa deste tema (e não é preciso muito, pois hoje tudo está à distancia de um click), eis que o documento aparece no site da Câmara Municipal de Águeda, com referencia a que um dos originais (foram feitos três), foi comprado pela Câmara em 1983, a um leiloeiro em Lisboa. Como a escrita da altura não é muito fácil de interpretar, e a leitura digital tambem não tem qualidade, procurei outras fontes para tentar perceber o que de essencial constaria neste documento. Encontrei então uma "descrição resumida", e que presumo correcta, sobre a história da Vila de Fermentelos, publicada pela Comissão de Festas da Nª Sra. da Saúde (Fermentelos)- 2005, q ue diz ser baseada nos arquivos históricos da Universidade de Coimbra, e que é a seguinte: ."Dom Manuel per graça de Deos Rey de Pu...

Limites administrativos da Freguesia continuam com erros graves

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Já em tempos tivemos de intervir para corrigir os erros nos limites administrativos da Freguesia de Espinhel. O caso até fez capa de jornal e originou promessas de processos judiciais e impugnações. O que é certo é que alguns (pequenos) ajustes foram feitos e, pelo menos o caso do limites com a Freguesia de Fermentelos que vinha até a terrenos da Gocha, foi (mal) corrigido. Agora já  temos um bocadito de água (pouco mais do que o limite dos "coretos"), o que de modo nenhum corresponde à realidade. Mas o erro mais gritante (que eu tenha reparado - e ainda não analisei tudo ao pormenor), está no limite do lugar de Casal de Álvaro, ao longo da rua António Figueiredo, em direcção ao Raso de Travassô. Na "carta topográfica" do Município, o limite da Freguesia está uns poucos metros depois do cimo da ladeira, quando a realidade o limite é no caminho do Raso, depois do edifício da MARFER e da DISDIS. Para cumulo, parece que há proprietários de e...

Este governo quer rever a "fusão" das Freguesias. E nós, queremos?

Tal como anunciado pelo antigo líder do PS, agora que o partido chegou ao governo, vem dizer, através do S ecretário de Estado das Autarquias Locais, que o objectivo é corrigir erros antes das eleições autárquicas do próximo ano.  Parece que o governo está a "negociar" com a ANAFRE, eventuais alterações ao actual mapa. O presidente desta associação, diz que  " O compromisso que assumimos com o Governo vai no sentido de avaliar o ponto de situação actual face às agregações que existiram" . Ora, transpondo este cenário para a nosso caso, parece que o povo deu uma resposta clara nas ultimas eleições. A meu ver, (e eu que sempre fui contra a agregação) ao darem maioria àqueles que foram responsáveis por essa agregação, acabaram por legitimar tal decisão.  Mas isso não quer dizer que eu tenha mudado de ideias. Como já tenho dito, ainda estão por provar os grandes benefícios apregoados. Se algum beneficio tiramos, foi um virar d...

E quando o contentor do lixo vai para a sala de visitas?

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Às vezes sinto-me como aquele automobilista que entra na auto-estrada em contra-mão e comenta com o "pendura";  olha para aqueles tipos! São malucos. Vão todos em contra-mão. Não sei se o titulo e a introdução são bem conseguidos, mas tentam transmitir um completo desagrado por certas opções de quem gere estas coisas. A falta de   "planeamento", para não lhe chamar outra coisa, leva a que se cometam certas aberrações que me chocam profundamente. É sabido que todos queremos percorrer a menor distancia possível para ir "despejar" o lixo. Mas, terá de ser uma distancia seja suficiente para não ficarem junto à nossa porta e não levemos com o cheiro em cima.  Mas há que ter bom senso.  Colocar dois contentores do lixo no centro de um espaço, que já por si se encontra degradado, sendo uma das "salas de visita" do lugar de Casal de Álvaro, é de muito mau gosto. É por aqui que "entram" muitas dezenas ou centenas de pessoas por dia. É a...

Passeios ou vias pedonais e cicláveis?

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Parece que o meu ultimo "post" suscitou  a indignação de alguns sectores e tambem  algumas dúvidas . Quanto à indignação, nada de novo. Quanto às duvidas, vamos lá esclarecer algumas. O que eu defendo é que o "bolo", que é sempre pequeno para tanta gente, seja repartido por que tem mais "fome". Ou seja, que o dinheiro seja gasto onde realmente há mais necessidade. Por outro lado, já que o dinheiro é sempre uma limitação, vamos encontrar maneiras de fazer as coisas de forma mais barata, e se possível, tambem de forma mais ecológica. Vamos à solução de uma "via" para os peões (que tambem pode/deve ser para ciclistas) desde o Casainho  de Baixo até Águeda.  Quase todos os dias por ali passo e vejo a quantidade de pessoas que fazem aquele trajecto todos os dias a pé ou de bicicleta.  A minha proposta é que, em vez de passeios, fosse feita uma via em "terra batida", com cerca de  um metro de largura, ao lado da estrada existente...

A "febre" dos passeios

Em 1º lugar fazer aqui uma declaração de intenções/interesses. Eu não pedi, não peço, não preciso e nunca precisei, que fizessem valetas nem passeios à minha porta. A construção de passeios, deve ter como objectivo a segurança dos peões. Deve ter uma linha orientadora; uma continuidade, o que nem sempre acontece. Há passeios que vão dar a lado nenhum. Por outro lado, há zonas na Freguesia com um enorme movimento de peões(como é o caso da estrada do Casainho de Baixo para Águeda) e ninguém se lembra disso. Talvez porque aí há poucas casas. Na maior parte das vezes os passeios tem como objectivo "alindar" as casas às pessoas, mais nada. Depois, estacionam-se os carros em cima deles e pronto; os peões que passem pela estrada. Para as Juntas de Freguesia, os passeios e valetas cimentadas tem também uma enorme vantagem; só dão trabalho a fazer, depois acabou-se a manutenção. Mas a impermeabilização dos solos dá naquilo a que todos assistimos nos últimos tempos: Cheias...

Oronhe: Rua dos Loureiros em péssimo estado

A Rua dos Loureiros em Oronhe está num estado miserável. Para alem do piso degradado, há uma barreira, junto da passagem de nível da antiga cabine, que cedeu e está a colocar em perigo quem por ali passa. Não percebo como é que esta rua não entrou no primeiro "pacote" de pavimentações, levadas a concurso pela Câmara Municipal. Acho que era dos trabalhos mais urgentes a realizar.  Mas parece que agora sempre foi lançado o concurso para pavimentação da rua e para consolidação da tal barreira. O problema é que o estado de degradação daquela zona, não é compatível com os prazos legais para concursos e realização (sabe lá quando) deste tipo de obras. O que é preciso é que alguém (Câmara ou Junta) tome a iniciativa de, pelos menos, consolidar aquela barreira de forma a garantir que, um dia destes, aquilo não vá tudo parar à linha de caminho de ferro e leve tudo atrás. A ver vamos.